domingo, 30 de julho de 2017

Cine Veredas!

Prazer em participar!

Próximo Cine Veredas está imperdível.
Documentário sobre Lacan
Debatedoras: Ana Paula Gomes e Marcia Müller Garcez
Dia 01/08
Terça-feira às 20:00hs
Mediador: Carlos Eduardo Leal






https://www.facebook.com/carloseduardolealvs/posts/10213891046418305

Quer saber um pouco sobre James Joyce?

Aqui vai o link de um artigo sobre o escritor Irlandês, James Joyce, a partir da abordagem de psicanálise lacaniana.


http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_10/Joyce_por_ele_mesmo.pdf

Psicoses, nós e remendos

Livro: Psicoses, nós e remendos 

Orelha, por Marcelo Veras.


Explorar os novos ambientes em que a psicanálise possa consolidar seus princípios é uma dos objetivos propostos por Lacan quando lançou, em seu texto sobre a fundação da Escola, a expressão psicanálise aplicada. A pesquisa pelo novo tem como função evitar que o saber analítico se torne datado, distante do mundo que o rodeia. Embora não venha dos bancos universitários, a formação do analista ganha forte apoio quando dialoga com os demais saberes. Esse livro de Marcia Müller Garcez chega ao leitor com a proposta de sustentar a teoria psicanalítica das psicoses privilegiando precisamente o novo e as peculiaridades de um saber fazer tanto do lado da clínica quanto do lado da própria psicose.
Marcelo Veras



Sinopse, pela autora.

O livro trata do tema das psicoses, demarcando o percurso de Lacan e seu avanço no campo da topologia. Conta com casos clássicos onde há o desencadeamento da psicose, como ‘Aimée’ e ‘Schreber’, assim como, o caso do ‘Homem dos Lobos’ que até hoje levanta importantes discussões diagnósticas. Há um investimento no manuseio dos nós, em sua formação borromeana, a partir de sua confecção para circunscrever esse universo topológico. Ao tratar dessa topologia nodal, é possível mergulhar no complexo conceito de sinthoma, trazendo à luz a noção de escabelo a partir de exemplos como: de James Joyce, Salvador Dalí e de uma análise levada a termo, destacando o tema dos finais de análise. O diferencial desta obra está também no uso dos nós como instrumento analítico e de direção de tratamento, considerando casos de psicose, onde ainda não se faz possível uma construção pela via do sinthoma. Nessas situações clínicas a invenção pode estar mais do lado do analista do que do próprio sujeito, podendo o analista fazer uso de um nó-remendo, emergencial, em casos de desencadeamentos eminentes, para que a aposta no sinthoma possa seguir. Para situar tal intervenção, conta-se com dois exemplos clínicos onde se destaca esse remendo operado pelos nossos colegas psicanalistas. Essa obra abarca o ensino lacaniano no que tange ao tema das psicoses, partindo dos seus primórdios – desde a tese de doutoramento de Lacan na psiquiatria – e culminando no derradeiro ou ultimíssimo ensino, onde a prática clínica se orienta pelo real.
Marcia Müller Garcez

 * O livro se encontra no site da Editora Prismas e Livraria da Travessa.